#16 O assentamento abandonado de Ashio


tumblr_lzo5nnSkvX1qjkneoo1_1280

 O assentamento abandonado de Ashio

Fonte 

Konnichiwa Minna 

  Venho com mais um local muito louko para vcs meus leitores ;p e este fika próximo das ruínas da  planta de beneficiamento de minérios de Tsudou na Província de Tochigi, Japão onde vc pode encontrar no site rusmea é claro créditos ne kkk…São as ruínas dos assentamentos outrora utilizados pelos funcionários da mina de Ashio.
E o explorador de hoje é ninguém menos que Myon Shinonome, responsável por várias ruínas apresentadas aqui no rusmea.com Riso 

For

então sigam com o super post fornecido pelo site Rusmea !!!!

Segue adaptação:

“Apresento hoje as ruínas das casas para funcionários da empresa mineradora de Ashio nas proximidade da mina abandonada de mesmo nome.
Quando uma mina é abandonada, uma onda de decadência se expande a sua volta como se fosse uma mancha de abandono que se alastra em todas as direções…
Esta pequena vila para funcionários, também foi atingida pela lenta onda do desprezo e do esquecimento de modo parecido a ilha Gunkanjima, que também foi morada para trabalhadores.
Esta é a segunda visita que faço ao local e como bônus, também apresento um pouco das ruínas do hotel Ootani.

Este agrupamento de casas, é apenas um dos assentamentos da mineradora de Ashio.

Todas as casas seguem um padrão de construção, não havendo nenhuma de dois andares. 

A entrada para o santuário do assentamento abandonado. 
Sinto muita pena daquilo que foi o ponto central de fé, na vida das pessoas daquele tempo.

O interior de uma das casas. 
Não resta quase nenhum objeto abandonado.

O silêncio chega a ser quase palpável, de tão presente que chega a ser a sua ausência.

As escadas e alicerces de pedra são de uma deliciosa nostalgia.


Ainda se sente o frio na pele do final de  inverno, quando fiz a visita.

Flores de cerejeiras temporãs. 
É o sinal de que o tempo segue o seu curso.


Com certeza essas motos desfilavam com vigor no seu tempo, mas hoje jazem silenciosas.

O panorama lembra a vila abandonada de Nitchitsu.

Esta caixinha já não recebe mais a visita das senhoras montadas em suas motonetas entregando leite e iogurte todas as manhãs…

Um mictório comunitário.

A vilinha resiste ao tempo, oculta nas montanhas.

A bica d’água comunitária. 
Por mais que as pessoas tenham ido embora, o fio d’água segue jorrando incessante.

O quarto de banhos comunitário. 
Hoje parece ser um depósito para guardar moldes de madeira utilizados nas montanhas.

As vozes alegres de fim de tarde, que soavam neste quarto de banhos, silenciaram para sempre.

Porém, os resquícios dessas vozes ainda ecoam pelo tempo…”

Bônus: Riso For

“Antes que chegue o terrível calor do verão, (Verão asiático…Quente, úmido, com nuvens de mosquitos e frequentes pancadas de chuva…Riso ForSabem o filme Platoon? Riso For rusmea.com) eu gostaria de apresentar um pouco do panorama de inverno de Ashio.

Uma visão gelada, com a grande chaminé de Ashio no centro da imagem.
O *veneno mineral da montanha de Ashio, destacou a textura do seu cenário econômico.

Alvas nuvens em um céu cristalino.


A neve range sob os meus pés.

Avisto a refinadora da mina principal e as linhas férreas abandonadas de Ashio.


Além destes trilhos há um outro mundo.

Ao atravessar um túnel…


Encontro um céu azul e um semáforo ferroviário…


…Que nunca mais voltará a funcionar.

Aqui é mundo à parte.

Onde está localizada a usina elétrica de Tsudou e a usina elétrica à diesel de Shin Mariko.

Um peculiar céu cortado por fios elétricos.

O branco e a escuridão.

A fábrica de solda.

Um mundo em tom de sépia.

Universos que morrem enquanto outros nascem.

Soube que estas ruínas serão demolidas em breve…


Na próxima vez que eu visitar este lugar, provavelmente não haverá mais nada…


Ruínas são como percepções de algo que não chega a existir e mesmo assim, surgem neste mundo.

A percepção de algo que não existirá mais, voltará ao seu mundo de devaneios…”

Ainda mais um bônus:Riso For

Visitei as ruínas do hotel Ootani e gostaria de apresentar as fotos daquele momento.

Um porta quebrada.


A sala que leva ao quarto de banhos do hotel, cujo piso é maravilhoso. 

As janelas são fantásticas.

Adentro o quarto de banhos…

…Cujo ambiente está rodeado de janelas. 
Se nota o bom gosto.

As características torneiras temporizadas (Quando se aperta esse botão, elas soltam água por um tempo e fecham de modo automático. Riso For rusmea.com), não soltam mais água…

Uma habitação destruída.

As janelas do segundo andar. 
Maravilhosas.

Um imenso salão completamente destruído. 
Eu devia ter vindo visitar um pouco antes…

No entanto, a destruição tem o seu lado bom. 
Uma das diversões em explorar lugares abandonados, é poder encontrar lugares assim.

A cozinha.

Do outro lado da janela, há uma escada avermelhada pela ferrugem.

Uma construção separada do hotel, cuja porta está escancarada.

Um sofá.

Uma poltrona sem ninguém para sentar nela.

Daqui eu me preparo para ir embora… 


 …Do mundo das percepções que não chegam a existir, para o mundo real.”


A mina de  cobre de Ashio esteve em operação desde o ano de 1600, quando era propriedade do Shogunato Tokugawa.
Naquele tempo, tinha uma produção anual de 1500 toneladas, ainda que esse volume logo declinou e a mina foi fechada em 1800. Em 1871, passou a ser propriedade privada, logo após o impulso da industrilização durante a restauração do período Meiji. Em 1877, passou a ser propriedade De Furukawa Ichibei e até os fins de 1880, sua produção havia aumentado de forma dramática, alcançando 4090 toneladas durante 1885, representando 75 % de toda a produção das minas de propriedade de Furukawa e 39 % de toda a produção de cobre do Japão. A mina produziu uma séria contaminação até a década de 1880, por isso o termo *veneno mineral, aparece nesta postagem. Em 1907 houve importantes revoltas de mineiros.

A mina de Ashio foi definitivamente fechada em 1973.

eai gostaram ?oque acharam ?curthyram ?comentem ne
sore ja mata ne minna
Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s