#16 Manekineko & Superstições Japonesas


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Konnichiwa Minna

Nossa hoje foi um dia muito tenso cara tipo como sou muito cuidadosa com meu celular ele quase nunca cai no chão “só sempre” então hoje quase morri pois eu o derrubei legal montei tava bonitinho depois de uma tempo quando vo escutar musica…..não há cartão SD registrado como assim lol como dai tá olho direto ao ponto perto de onde meu celular caiu e por sorte ufa encontro um negocinho preto no chão lol era meu cartão SD de 8g caraa quase chorei de emoção kkkkkkkkkkkkk agora terei mais cuidado(talvez….).Hoje venho com mais um super post para vocês contendo a dois temas super interessantes o primeiro é sobre um gatinho bem simpático então já ouviu falar de um Manekineko ? ou melhor Gato da Sorte ? sabe aquele que fica acenando para você em uma loja tipo meu tio tem um onde ele vende lanche hehe ou em outros lugares, então ficou curioso sobre sua origem ou porque é tão popular ? é algo de muito muito tempo atrás, e o fato de sua patinha direita ou a esquerda até mesmo as duas tem seu significado, cara o acho muito kawaii e não sabia que era venerado em uma das lendas o gato ao qual deu origem a uma das lendas se chama Tama ao qual é o mesmo nome do gato do Akihiko Usami caraa amo muito o anime Junjou Romantica acho muito kawaiii kkkkk bem continuando hehe não imaginava que os gato eram tão caro antigamente e que só gente rica os tinha meio que assim não é atoa que são tão metidos kkkkkkk e sobre o segundo tema é sobre supertições então você acredita ? bem eu acredito mas pra ser sincera não de quase nenhuma hehe não Japão eles levam isso realmente a sério bem pelo fato de sua lingua ser muito complexa até entendo as vezes você não fala as coisas que quer dizer ou entende o que de fato é, é muito confuso ahhh!!! bem continuando kkkkk são várias das quais até entendo bem ao invés de eu ficar tagarelando aqui sigam com o post kkkkk !   é claro créditos para Mitologia e Lendas do Japão!!!!!

Manekineko: Histórias e Lendas Sobre o “Gato Da Sorte”

O Manekineko (招き猫, gato acenando, em tradução literal), no Japão, ele é o “Gato da sorte”, mas também conhecido como o “Gato do dinheiro” ou o “Gato que acena”.

A figura do Manekineko é um dos amuletos de boa sorte mais famosos no Japão, e também fora dele. Destinado a fomentar o comércio e promover a prosperidade nos lares, é comum encontrarmos estes simpáticos gatinhos nas entradas e prateleiras das lojas com uma pata levantada, atraindo os clientes para entrar.

Dizem que as imagens de Manekineko, com a pata direita levantada, supostamente atrai dinheiro, enquanto que, a pata esquerda estendida, atrai clientes.
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Contudo, as pessoas adquirem o Manekineko como talismã, que dependendo da cor, material, tamanho, estilo, posição das mãos e ornamentação adicionadas a sua imagem, pode representar diversos tipo de simbologia, mas sempre com a crença de que é um gato amuleto da sorte.
Quase todos são representados usando coleira vermelha com um sino pendurado, que dizem ser lembrança dos costumes do período Edo (1603 – 1867), quando o gato era um animal de estimação muito caro. As damas da corte agradavam seus gatos colocando-lhes coleiras vermelhas, feitas de hi-chiri-men (tecido de luxo da época) e pequenos sinos, usados com o propósito de vigiá-los.
O Manekineko mais comum é representado segurando um koban (moeda de ouro do Período Edo), que possui forma ovalada. Contudo, o koban verdadeiro vale um ryo, e o koban do Manekineko é de dez milhões de ryo. Ou seja, a moeda fictícia é um símbolo de riqueza e prosperidade.
O Manekineko tornou-se popular na segunda metade do Período Edo, apesar de haver poucos relatos da época. Foi um pouco antes do início do Período Meiji (1868-1912) que o Manekineko começou a aparecer com regularidade em publicações e nos estabelecimentos comerciais.
O gesto do Manekineko, que parece ser um convite, trata-se, na verdade, de gestos típicos de um gato limpando o rosto ou quando está brincando, querendo pegar ou tocar algo, e como o gesto assemelha-se a um aceno, começaram associar que, colocando a figura de um gato levantando uma pata dianteira, chamaria a atenção das pessoas.
O gato é um animal altamente sensitivo, que pressente a chegada de uma pessoa ou a aproximação de chuva, e mudanças em sua rotina o deixa inquieto. Então, ele começa a dar voltas ou esfregar o rosto, pois esse é o tipo de comportamento que o tranquiliza. Mas, para um ser humano, isso pode ser interpretado como, por exemplo, se o gato esfregar o rosto, é sinal de chuva ou de visita, e, esses tipos de interpretações, podem ser uma das origens da lenda do Manekineko.
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grimmjow!!!!!!
Acredita-se que sua origem remonte há cerca de quatro séculos, por volta no início do Período Edo (1603 – 1868), e muitas são as histórias relativas ao seu surgimento, que, porém, ninguém sabe ao certo qual a verdadeira.
No Japão, existe um templo chamado Gotokuji, em Tokyo, no bairro de Setagaya, e um Santuário em Imada, locais que o Manekineko pode ser reverenciado e onde se encontram relatos das principais versões que remontam sua origem.
Lenda sobre Manekineko do Templo Gotokuji
Contam que, quando Li ou Ii Naotaka (1590~1659), do clã Omi, voltava do cerco e tomada do Castelo de Osaka, após ter comandado 3,2 mil homens e se destacado na Batalha de Tennoji, em março de 1615, foi surpreendido por uma forte chuva repentina e abrigou-se em baixo de uma árvore próxima ao Templo Gotokuji, em Setagaya.
Na época, Gotokuji era um templo decadente, de pouca frequência e, portanto, muito pobre. No templo, vivia um monge budista e uma gata de nome Tama. Solitário, o monge conversava com a gatinha lamentando-se, quase sempre, a fase de penúria que o templo encontrava-se.
“A situação está cada vez pior. Hoje, nem temos arroz para comer. Bem que você podia dar uma ajuda para melhorar nossa situação, em vez de ficar dormindo o dia inteiro”, dizia o velho monge à gata.
Esperando a forte chuva passar sob a proteção da árvore, Naotaka olhou para o desgastado templo e viu um gato sentado sobre suas patas traseiras e acenando com a pata dianteira levantada em sua direção. O samurai ficou encantado pela habilidade do bichinho e seguiu em direção ao templo para ver de perto a façanha.
Quando Naotaka chegou junto ao templo, um raio fulminante atingiu a árvore exatamente no local em que se encontrava a poucos momentos. O guerreiro imediatamente percebeu que aquele gesto do gato havia lhe salvado a vida. Então, entrou no templo para rezar em agradecimento à graça recebida.
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No salão principal, havia várias goteiras, e todo o templo encontrava-se em condições precárias. Naotaka fez oferenda de todo o dinheiro que carregava, depositando em um altar. Em seguida, comentou com o monge que a sabedoria do Grande Buda o guiaria a usar aquele dinheiro para reformar o desgastado templo.
Após esse episódio, Naotaka passou a frequentar Gotokuji, e o local passou a ser, então, o templo oficial da família e de todo o clã de Ii Naotaka e, consequentemente, tornou-se um santuário próspero, visitado por todas as pessoas da região.
Para homenagear o gesto de Tama, que tanta sorte trouxe ao templo e, principalmente, salvou a vida de Naotaka, foi esculpida e colocada no local, uma estátua da gata com a mão levantada. As réplicas em miniaturas da estátua, que eram distribuídas no Templo Gotokuji como lembrança, tornaram-se, mais tarde, um amuleto da sorte, com o nome de Manekineko, que, até os dias atuais, são reverenciadas e vendidas no próprio templo em Setagaya, onde continuam trazendo muita sorte e fortuna.
Contam que quando o gato morreu, um túmulo foi erigido em sua homenagem no Templo Gotokuji, com a estátua de um gato acenando para relembrar o episódio.
Lenda sobre Manekineko do Santuário de Imada
Existe outra versão para a origem do “Gato que acena”, que também data do Período Edo, mas relativa ao Santuário de Imado, onde o Manekineko também é venerado.
A história, muito famosa, conta que no bairro de Imado, em Edo (atual Tóquio), uma velha senhora tinha um gato de estimação, mas, devido aos tempos difíceis da época e a sua idade avançada, a anciã não conseguia trabalho e encontrava-se em extrema situação de penúria.
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Sem ter mais condições de garantir seu sustento e, muito menos, de seu estimado gatinho, tomou uma decisão e chamou o bichinho para conversar.
“É com o coração partido que terei de lhe doar a alguém, antes que morra de fome junto a mim, pois, com a minha condição de extrema pobreza, não tenho como continuar lhe alimentando”, disse a triste velhinha ao gatinho que a olhava atentamente, parecendo entender a situação.
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Depois, com lágrimas nos olhos e com o estômago contorcendo de fome, a sofrida anciã recolheu-se em sua cama, rogando a Deus que lhe ajudasse.
Dizem que Deus atende a todos os necessitados e, principalmente, os puros de coração. Então, como que atendendo ao pedido, a velhinha sonhou com o seu gatinho, que lhe passou uma mensagem: “Molde minha imagem e semelhança em barro que lhe trará muita sorte”.
No dia seguinte, ela resolveu fazer uma estatueta do gato, conforme o sonho havia sugerido. Enquanto ela moldava o barro, o gato estava “lavando a cara” com gestos exagerados e, achando engraçado, a velhinha resolveu moldar o bichinho com a pata levantada. Nisso, passou uma pessoa em frente de sua casa e, achando interessante, quis comprar a estatueta. Como estava há dias sem comer, a velhinha não pensou duas vezes, vendeu a estatueta e comprou comida para si e o gato.
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Assim, de barriga cheia e com energias renovadas, resolveu fazer outra estatueta para deixar como talismã da sorte, conforme o gato lhe dissera no sonho. Porém, mal acabara de concluir a imagem, outra pessoa apareceu e comprou a segunda estátua.
Os dias foram passando e quanto mais a velhinha fazia estátuas semelhantes ao seu gatinho, todas com uma pata estendida, mais pessoas apareciam para comprá-las. Com isso, a anciã prosperou e, ela e seu estimado gatinho, nunca mais passaram necessidades.
A estatueta da sorte, que a princípio não tinha nome, passou a ser chamada por todos de Manekineko, o “gato que acena”.
Significados das posições das patas do Manekineko
Pata esquerda levantada: Atrai uma boa clientela.
Pata direita levantada: Atrai fortuna e sorte.
As duas patas levantadas: Também pode encontrar o Manekineko com as duas patas levantadas ou até com as quatro patas para cima, o que é bem raro, que simboliza fortuna e sorte, e, ao mesmo tempo, atração de pessoas.
Altura da pata: Quanto mais alta a pata for, melhor, pois atrai mais dinheiro ou clientes.
Significados das cores do Manekineko
Branco: Purificação
Preto: Proteção
Rosa: Amor
Dourado: Dinheiro
Verde: Sorte nos estudos
Vermelho: Saúde
Tricolor: Muita sorte
A seguir, algumas variedades de cores, posições e ornamentações dos Manekinekos

Manekinekos de diversas cores e todos segurando uma moeda “koban”

Manekineko dourado

Manekineko com duas patas levantadas

 

Superstições Japonesas

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Que a modernidade e a tecnologia são inegáveis características nipônicas todo mundo sabe. O que muitos ignoram é que o mesmo japonês que atravessa o país de trem-bala, de laptop no colo, jamais vai cortar suas unhas à noite. Por quê? Simples: isso pode representar má sorte e, o pior, ele não conseguirá estar com seus parentes quando esses morrerem.
Isso mesmo, os japoneses são tão apegados a crendices populares quanto qualquer outra nação, digamos, menos desenvolvida. De tão populares, algumas superstições japonesas são quase que uma instituição nacional, como o fato de ninguém querer estacionar o automóvel em uma vaga cujo número seja o quatro. É que a pronúncia da palavra quatro em japonês (shi) é a mesma de morte (shi). Por isso também é comum que os prédios não tenham o quarto andar.
Confira a seguir outras superstições e manias japonesas. Assim, já sabe como agir caso vá ao Japão. Mesmo que não tenham qualquer respaldo científico, não custa conhecê-las, afinal, nunca se sabe:
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Além de não utilizar o número 4 (shi)
em andares de hospitais, outro costume referente ao número é não dar lembrancinhas ou presentinhos (os omiyages) compostos por quatro unidades ou quatro peças. O presente pode virar motivo para o término da amizade.
Outros números na mira dos japoneses:
9 – Sua pronúncia “ku” que significar agonia ou tortura.
42 – significa morrer se for pronunciado separadamente (shi-ni).
420 – significa espírito se for pronunciado separadamente (shi-ni- rei).
Por causa dessa superstição, esses números não aparecem em leitos de hospitais.
Como no Brasil,
não deixe que um gato preto atravesse a rua na sua frente. Dá azar.
Não mate uma aranha à noite
Você pode perder todo o dinheiro que possui. Como a situação econômica do arquipélago não é das melhores, deixe os aracnídeos sossegados.
Alerta para quem tem medo de cobras:
não assobiem à noite, porque poderão topar com uma representante da família dos répteis ofídios. Além de cobra, pode também ser um ladrão.
Reza a crendice japonesa
que muitas pessoas que se deitam após comer podem se transformar em um boi. Mesmo que essa metamorfose não se concretize, é certo que estará ganhando alguns quilinhos a mais se adquirir o hábito.
Jamais coma enguia com “umê” em conserva (ou “tempurá” com melancia).
Essas superstições lembram os ditos brasileiros de “não tomar leite depois de comer manga”.
Se comprar sapatos novos,
evite estreá-los à noite. Isso pode trazer má sorte.
Para quem vive tentado a sorte.
grande nas loterias, uma boa dica: se você encontrar um pedaço de couro de cobra, deve guardá-lo na carteira. Segundo dizem, isso fará com que você fique rico. Não custa arriscar.
Quando estiver em um local cujo piso é de tatame não pise nas bordas para não atrair má sorte.
Enfiar os talhares japoneses (hashis) em uma tijela de arroz.
Além de ser delito de etiqueta gastronômica dos mais graves, ainda é uma provocação ao outro mundo. Isso porque, no Japão, os hashis são cravados na tijela de arroz somente em uma situação: para deixar o arroz no altar em oferenda aos mortos.
Nunca passe comida de seu hashis para os de outra pessoa.
Após a cremação, em um funeral japonês, os parentes costumam utilizar os hashis para passar os ossos do falecido uns para os outros.
então o que acharam ? curthyram ? gostaram ? espero que sim hehe
sore ja mata ne minna
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