#33 47 Ronins


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Konnichiwa Minna

 

Hoje venho com mais um post sobre os 47 Ronins para que não sabe um Ronin é um samurai sem um mestre a servir hehe lembro -me disso pois meu Sensei uma pessoa que admiro muito conta várias histórias de como criança hehe e aprontava emfim lhe chamavam de diversas coisas mas ele dizia que era para lhe chamar de Ronin kkkkkk são os diversos momentos dos quais ele passou uma mais interessante e engraçado que o outro kkkkkk, bem continuando venho com uma honrada história para vocês, eu realmente gostei cara nem mesmo eu esperava, que tal seguirem com o post pois eu já tagarelei demais até hehe ;p créditos para Kowaii!

47 Ronins

No começo do século XVIII, o Japão era governado por Tokugawa Tsunayoshi  (1646 – 1709), um entusiasta da arte. Incentivava as letras e a ciência através da fundação de escolas e da proteção aos artistas.

O shogun chamou o daimyô de Ako (atual região de Hyogo), Asano Takuminokami Naganori  (1667 – 1701), para exercer uma função similar ao dos taikomochis: entreter os convidados imperiais em Edo. Como Asano, até então, tivera pouco contato com as cerimônias da corte, Kira Kozukenosuke Yoshinaka (1641 – 1702), um alto funcionário de Tsunayoshi e especialista em cerimômias, foi escalado para treinar o recém-chegado daimyô.

Mas Kira era um homem corrupto e, indignado, queria que Asano o recompensasse financeiramente pelo incômodo. Iniciou-se então uma turbulenta relação. Kira insultava o seu aluno com freqüência, não perdia uma oportunidade sequer de humilhá-lo, até que no final de março de 1701, irritado pelas atitudes de Kira, Asano desembainhou sua espada e avançou sobre seu professor ferindo-o levemente na face.

 

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Qualquer ato violento nas dependências do castelo de Edo era considerado uma ofensa ao shogun e, portanto, Asano foi ordenado a cometer o seppuku. Antes de morrer, o daimyô escreveu:

“Kaze sasou Hanayorimonao Waremomata Harunonagoriwo Ikanitokasen” ” As flores que caem não querem partir, mais frustrado do que as flores, o que devo fazer? ” O clã de Ako foi confiscado e os 300 samurais de Ako tornaram-se ronins, samurais sem daimyô e conseqüentemente sem sustento. O clã se dispersou, mas foi formado um pequeno grupo de 47 pessoas que planejaram vingar a morte de seu daimyô. Entre estes, destacou-se um fiel guerreiro chamado Oishi Kuranosuke Yoshitaka , também conselheiro de Asano.

Sabendo que Kira aumentaria a sua segurança, Oishi ordenou que todos os 47 samurais dessem continuidade às suas vidas de modo a não despertar suspeitas, que vivessem como se tivessem abandonado o código de conduta dos samurais. Alguns viraram carpinteiros, alguns pescadores e outros mendigos. Oishi passou a viver em prostíbulos e renegou sua família. Certo dia, um samurai de Satsuma (hoje Kagoshima) reconheceu Oishi jogado na rua completamente alcoolizado. Enfurecido pela covardia do bêbado, o transeunte chutou-o no rosto e cuspiu nele com desprezo.

Os espiões contratados por Kira relataram a vida desregrada dos possíveis vingadores e a segurança foi afrouxada. Até que na madrugada de 14 de dezembro de 1702, quase 1 ano e meio após a morte de Asano, sob forte neve, os 47 samurais atacaram a mansão de Kira em Edo.

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Antes de se entregarem às autoridades, os 47 ronins levaram a cabeça de Kira até o túmulo de Asano. Na ocasião Oishi escreveu:  “Aratanoshi Omoi-ha-sururu Mi-ha-sutsuru Ukiyo-no-tsuki-ni Kakaru-kumonashi “Estou feliz. Realizei o meu desejo e agora é a hora de morrer. Não existem nuvens na lua da minha vida.”

Conforme o esperado, todos os 47 foram condenados à morte por terem assassinado um funcionário do governo. Mas em vez de serem executados, em respeito à lealdade dos samurais, em 4 de fevereiro de 1703, foi-lhes dado o direito de cometerem o seppuku. Todos eles foram enterrados ao lado de seu daimyô no templo de Sengakuji.

Diz a lenda, que o samurai de Satsuma que chutou Oishi, sabendo da verdadeira história, foi até Sengakuji pedir perdão e cometeu o seppuku. Ele também foi enterrado ao lado dos ronins.

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