#15 Serial Killer – Jeffrey Dahmer


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Konnichiwa Minna

Hoje trago á vocês mais um post que tal um serial killer?Jeffrey Dahmer já ouviram falar? lhes digo este cara tem estomago e sérios problemas ao considerar suas atitudes, digo assassinatos, as vezes só é preciso de um desastre para se mostrar ou mudar alguém seja para bom ou pior. Achei bem interessante e curto, como também direto ao ponto do qual é bem grotesco, mas queiram ou não pessoas assim existem, entretanto sou poucas as que conseguem se controlar ou simplesmente acordar! créditos para Medob!

Serial Killer – Jeffrey Dahmer

Jeffrey Lionel Dahmer nasceu em 21 de Maio 1960 e assassinou 17 homens e garotos entre 1978 e 1991, sendo a maioria dos assassinatos ocorridos entre 1989 e 1991. Seus crimes eram particularmente hediondos, envolvendo estupro, necrofilia e canibalismo.
Filho de Lionel e Joyce Dahmer, estudou na Universidade de Michigan, mas largou o curso após dois semestres. O pai de Dahmer então o forçou a entrar no Exército, aonde ele foi forçado a servir por seis anos, mas foi dispensado após dois anos, devido ao seu alcoolismo. Quando o Exército dispensou Dahmer em 1981 eles lhe deram uma passagem de avião para qualquer lugar no país. Dahmer disse a polícia que não conseguiria ver seu pai então foi para Miami Beach, Florida porque ele estava “cansado do frio”.
Ao contrário da maioria dos assassinos em série, não era molestado ou repreendido de maneira negativa por seus pais quando criança, porém aos 18 anos, seu divórcio fez com que o jovem se tornasse mais recluso com suas fantasias, e, com esta mesma idade, cometeu seu primeiro assassinato.
Empregado numa fábrica de chocolates, era para todos um “bom rapaz, ninguém sabia que já estivera preso, condenado a cinco anos de prisão por molestar um menor, com a pena sendo reduzida para um ano, por interferência de seu pai. E ignorava-se que na casa de sua avó foram encontrados montes de ossos que Jeff, na época, afirmou serem de animais, o que não surpreendeu ninguém, uma vez que, quando criança ele apresentava gosto doentio por desossar animais. Mas o pior não foi isso, tempos antes de ser descoberto, uma vizinha chamou a polícia por desconfiar de uma confusão que ocorria na casa de Jeff, ao chegarem os policiais encontraram um jovem asiático, chorando completamente nu, sentado nas escadas em frente a casa. Jeff, saiu de casa e convenceu os policiais que tudo não passava de uma briga entre dois namorados homossexuais. Satisfeitos com essa versão, os policiais nem pediram para entrar na casa, e ainda foram aconselhar a vizinha a tomar conta de sua vida.

Como ele foi descoberto?

Na noite de 22 de Julho de 1994 uma patrulha da polícia que circulava nas ruas de Milwaukee foi abordada por um jovem negro semidesnudo e que parecia totalmente fora de si. O jovem chamava-se Sandy e estivera ali perto em casa de um homem que dissera chamar-se Dahmer. Tinham-se encontrado num bar de homossexuais e este ultimo convidou Sandy a ir a sua casa “beber um copo”.
Lá chegado, desconfiou do ambiente do seu anfitrião, onde tudo cheirava horrivelmente mal, e as atitudes de Dahmer começaram-se a tornar-se suspeitas sobretudo quando este lhe colocou algemas nos pulsos. Por sorte conseguiu fugir daquela casa. A patrulha de policia colocou o jovem numa ambulância e foram eles próprios a casa de Jeff Dahmer.
Chegando lá também foram surpreendidos pelo mesmo cheiro o qual Sandy tinha se referido. Mas Dahmer não levantou qualquer dificuldade à visita da policia. Sereno e tranquilo, limitou-se a acompanhar os visitantes explicando-lhes que a casa cheirava mal porque o congelador havia quebrado e ele ainda não tinha mandado consertar.
Na cozinha, porém, havia surpresas. Manchas gordurosas e escuras por todo o chão, três crânios, ainda com cabelos, envoltos em celofane e guardados nas prateleiras do freezer, um dorso na pia, aberto do pescoço até o estômago, um pênis cortado pela metade na pia, outro em um jarro e um terceiro, guardado na geladeira, em uma panela de lagostas, e vários restos de corpos, espalhados em frascos de formol pela casa, além de uma serra elétrica usada para os esquartejamentos e uma gaveta onde se amontoavam imagens dos corpos retalhados. Placidamente, como se estivesse a mostrar um armazém doméstico e não uma terrível câmara de horrores, Jeff Dahmer ia repetindo aos policias estarrecidos:

– Há momentos em que é preciso ser-se de todo em todo honesto. Este é um deles…

Levaram-no preso sem qualquer resistência. Horas depois foram encontrados em seu apartamento catorze cadáveres, ou restos de cadáveres.

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